CRITIQUE
O primeiro número é gratuito.
Ensaios sobre o sonho como lugar de passagem, resenhas de cinema e literatura, e uma crítica cultural do presente. Até trinta páginas, entre seis e doze textos.
A partir do segundo número, a edição impressa terá tiragem limitada e venda direta pelo site. Deixe seu e-mail no fim da página para ser avisado.
Ler a edição 01A Baleia, de Darren Aronofsky.
O filme me foi indicado por uma analisante. Em 2022. Durante a sessão. Fiz uma nota mental. Fui atrás do trailer. Vi. Me interessou. Mas quando o filme chegou até mim, adiei.
Assisti em pedaços. Um pedaço num dia, outro noutro. Como se fosse demais para tomar de uma vez. Quase um remédio amargo, em doses homeopáticas. Meses. Quase um ano. Será que me anteciparia um saber do qual parte de mim não queria saber?
E só depois compreendi: minha forma de assistir já era um modo de sentir. Talvez o filme não falasse apenas do homem obeso, morrendo, pai. Mas do peso da palavra não dita. Da paternidade como zona de silêncio. Da demora em dizer algo — a alguém, a mim mesmo.
Ler o ensaio completoDo carrossel ao ensaio.
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Modos de pensar de novo.
Umbigo do sonho
Subjetividade, imagem e travessia. O sonho como método — e o cinema, a literatura e a memória como material de análise.
Parrésia
Dizer a verdade a quem não quer ouvir. Biopoder, medicalização da vida, psiquiatria de balcão e a liturgia do especialismo.
Resenhando
Cinema, literatura e séries lidos como sintoma e como pensamento.
Crítica cultural
O presente político e afetivo do país, sem concessão.
Problematizando relacionamentos
Amor, desejo e mercado afetivo. O singular que escapa à norma.
Notas de um editor
Bastidores, leituras e decisões editoriais.
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